O bairro do Bixiga, localizado na região da Bela Vista, nasceu por volta de 1870, quando Antônio José Leite Braga resolveu lotear parte de sua chácara. O local foi, então, povoado por imigrantes italianos recém-chegados ao Brasil e o bairro assumiu as características de seus moradores, que mantiveram vivas a tradição e a religiosidade. Semelhante às aldeias da Itália, o Bixiga tem ruas estreitas e ladeiras, onde se instalaram aos poucos cantinas, quitandas, sapatarias e lojas de artesanato.
Hoje, o Bixiga é reduto de intelectuais, artistas, amantes de cultura e gastronomia. Foi ali que o industrial italiano Franco Zampari fundou o extinto Teatro Brasileiro de Comédia (TBC), por onde passaram Cacilda Becker, Paulo Autran e Sérgio Cardoso, que empresta o nome a um dos mais importantes teatros da cidade, instalado... no Bixiga! Outros badalados teatros estão no entorno, como o Abril, o Brigadeiro, o Bibi Ferreira, o Ruth Escobar e o Cultura Artística.
Complementam a esfera cultural do Bixiga o Museu dos Óculos Gioconda Giannini e a Feira de Antiguidades da Praça Dom Orione, esta última com cerca de 300 barracas que dispõem de artigos diversos, obras de arte, comida e outras curiosidades. A bela Escadaria do Bixiga une a parte alta do bairro, na rua dos Ingleses, à parte baixa, na rua Treze de Maio, e dá acesso ao polo cultural de um lado e às cantinas e à feira do outro.
Eventos culturais, exposições, cursos e oficinas são atrações do Centro de Preservação Cultural (CPC) da Universidade de São Paulo, localizado na chácara urbana Casa de Dona Yayá, na rua Major Diogo. Aos domingos, há apresentações de coral, cantigas de roda, musicais, circo e teatro.
Monumentais, os Arcos da Rua Jandaia sobre a Avenida 23 de Maio foram descobertos pela Prefeitura de São Paulo após uma demolição e estima-se que sua construção data do século 19. Outro item do patrimônio histórico da cidade, a Vila Itororó, chama atenção por seu conjunto arquitetônico peculiar, entre as ruas Martiniano de Carvalho, Monsenhor Passalaqua, Maestro Cardim e Pedroso. Foi construída entre 1922 e 1929 para uso público e hoje o aglomerado de casas que abriga 80 famílias divide espaço com a intensa atividade artística.
No Bixiga também estão instaladas a sede da tradicional escola de samba Vai-Vai e a Igreja Nossa Senhora Achiropita, santa homenageada todo mês de agosto com a festa gastronômica e beneficente nas ruas do bairro. Na rua Conselheiro Carrão, casinhas acabam de ter suas fachadas revitalizadas. Coloridas em tons vibrantes e alegres, o projeto tem o objetivo de transformar o Bixiga no “Caminito brasileiro”, fazendo referência ao famoso ponto do bairro portenho de La Boca, na Argentina. Foram 20 os imóveis que ganharam “cara nova”, entre cantinas, uma creche e o antigo Teatro Zácaro.
No meio de tanta agitação espalham-se padarias, pizzarias e cantinas, como a C...Que Sabe!, na rua Rui Barbosa. No ambiente acolhedor, famílias falam e gesticulam animadamente enquanto saboreiam deliciosos pratos típicos ao som de um trio musical que passa de mesa em mesa apresentando canções italianas, incluindo a tarantela. Para completar, garçons derrubam as bandejas, causando um grande alvoroço genuinamente italiano. Conheça ainda a tradicional pizzaria Speranza, na rua Treze de Maio, que, desde 1958, conserva as velhas receitas de pizzas e massas, serve bons vinhos e ainda oferece saborosos e requisitados pães de linguiça.
No rol dos pães, as pequeninas e imortais padarias em nada se assemelham às modernas panificadoras. Possuem, em sua maioria, aspecto rústico, atendimento intimista e receitas de família. A Basilicata assa seus pães em forno a lenha, enquanto a São Domingos e a 14 de Julho oferecem deliciosos antepastos. A Italianinha, localizada dentro do Teatro Sérgio Cardoso, é a mais antiga do bairro. Dentre as guloseimas estão o pão de linguiça com provolone e o tentador catanelli – um tubinho recheado com creme de nozes, avelãs e amêndoas.
SERVIÇO
Teatro Sérgio Cardoso
Rua Rui Barbosa, 153 – Bela Vista
Tel.: (11) 3288-0136
http://www.teatrosergiocardoso.org.br/
Teatro Abril
Av. Brigadeiro Luis Antonio, 411 – Bela Vista
http://www.teatroabril.com.br/
Teatro Brigadeiro
Av. Brigadeiro Luís Antonio, 884 – Bela Vista
Tel.: (11) 3115- 2637
http://www.teatrobrigadeiro.com.br/
Teatro Bibi Ferreira
Av. Brigadeiro Luís Antonio, 931 – Bela Vista
Tel.: (11) 3105- 3129
http://www.teatrobibiferreira.com.br/
Teatro Ruth Escobar
Rua dos Ingleses, 209 – Bela Vista
Tel.: (11) 3289-2358
http://www.ruthescobar.apetesp.org.br/
Teatro Cultura Artística
Rua Nestor Pestana, 196 – Consolação
Tel.: (11) 3256-0223
http://www.culturaartistica.com.br/
Museu dos Óculos Gioconda Giannini
Rua dos Ingleses, 108 – Bela Vista
Tel.: (11) 3149-4000
http://www.miguelgiannini.com.br/
Feira de Antiguidades do Bixiga
Praça Dom Orione – Bela Vista
Domingo, das 8h às 18h
Casa de Dona Yayá
Rua Major Diogo, 353 – Bela Vista
www.piratininga.org/dona_yaya/dona_yaya.htm
Igreja Nossa Senhora Achiropita
Rua Treze de Maio, 478 – Bela Vista
Tel.: (11) 3106-7235
http://www.achiropita.org.br/
Vai-Vai
Rua São Vicente, 276 – Bela Vista
Tel.: (11) 3266-2581
http://www.vaivai.com.br/
C... Que Sabe!
Rua Rui Barbosa, 192 – Bela Vista
Tel.: (11) 3289-2574
http://www.cantinacquesabe.com.br/
Speranza
Rua Treze de Maio, 1004 – Bela Vista
Tel.: (11) 3288-8502
http://www.pizzaria.com.br/
Basilicata
Rua Treze de Maio, 614 – Bela Vista
Tel.: (11) 3289-3111
http://www.basilicata.com.br/
São Domingos
Rua São Domingos, 330 – Bela Vista
Tel.: (11)
www.paoitalianosaodomingos.com.br/home.html
14 de Julho
Rua 14 de Julho, 92 – Bela Vista
Tel.: (11) 3105-3215
http://www.14dejulho.com.br/
Padaria Italianinha
Rua Rui Barbosa , 121 – Bela Vista
Tel.: (11) 3289-2838
http://www.padariaitalianinha.com.br/
Fonte: http://www.cidadedesaopaulo.com/
Quem sou eu
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
O BAIRRO DO BIXIGA E SUA HISTÓRIA
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quinta-feira, 26 de novembro de 2009
SERRA DA CANTAREIRA
copyright-foto Marisol Blanco 2008
O Parque Estadual da Serra da Cantareira abraça a Cidade de São Paulo, e proporciona aos amantes da natureza uma região onde podemos ter contato com um dos ecossistemas mais fascinantes do planeta: a Mata Atlântica. Tudo isso à menos de 20 km do centro de uma das maiores cidades do mundo: A Cidade de São Paulo. Acredite, a capital paulista ainda guarda incríveis surpresas embaixo das verdes copas das árvores... O Parque Estadual da Serra da Cantareira possui 7.916,52 hectares, o equivalente a quase 8.000 campos de futebol do tamanho do Morumbi (79 milhões de metros quadrados). Conta com quatro núcleos de visitação para quem quiser descobrir o lado verde da capital paulista: Pedra Grande, Engordador, Águas Claras e Cabuçu.
copyright-foto Marisol Blanco 2008
Antigamente, nos séculos XVI e XVII, a região era cortada pelos tropeiros que faziam o comércio entre São Paulo e outras regiões do país, principalmente Minas Gerais e Goiás. Naquela época era costume armazenar água em jarros chamados cântaros, que eram colocados em prateleiras chamadas de "cantareiras". Por isso a serra recebeu o nome de “Serra da Cantareira”.Com a colonização da região grande parte da floresta nativa foi derrubada para dar lugar a fazendas de café, erva mate e cana de açúcar, que ocuparam por muito tempo o lugar da mata nativa.
No século XIX, com o grande crescimento populacional, a cidade de São Paulo foi afetada por graves problemas com relação ao abastecimento de água. Em 1864 estudos desenvolvidos concluíram que a solução viria da utilização do Ribeirão da Pedra Branca, na região da Serra da Cantareira, por sua proximidade com a cidade e pela excelente qualidade de suas águas.
No final do século XIX, em 1890 o governo da província de São Paulo desapropriou a região da Serra da Cantareira a fim de recuperar a mata e manter preservadas os mananciais de água para garantir o abastecimento da cidade através das represas Engordador, Barrocada e Cabuçu. Assim em 1894 foi iniciada a construção da Casa da Bomba no local onde é hoje o Núcleo Engordador para auxiliar na distribuição de água para São Paulo e em 1907 foram concluídas as obras do Reservatório do Engordador. O sistema de abastecimento iniciou-se em 1909 e fornecia água para abasteceu quase 80% da capital paulista. Após uma explosão a Casa da Bomba foi desativada em 1949.
copyright-foto Marisol Blanco 2008
Após as desapropriações a natureza gradativamente retomou seu lugar e hoje pode-se considerar que a mata já se encontra novamente em seu estado original.A região da Serra da Cantareira foi instituída como Reserva Florestal em 1963 através do Decreto 41.626 e posteriormente em 1986 grande parte da região foi transformada no Parque Estadual da Serra da Cantareira, Unidade de Conservação que hoje garante a preservação da rica biodiversidade que o local abriga, atualmente um dos mais expressivos remanescentes de mata atlântica que no passado cobria as cadeias montanhosas desde o Nordeste até o Rio Grande do Sul.
Em 1994 a região da Serra da Cantareira foi reconhecida pela UNESCO como parte da Reserva da Biosfera do Cinturão Verde da Cidade de São Paulo.

copyright-foto Marisol Blanco 2008Em 1994 a região da Serra da Cantareira foi reconhecida pela UNESCO como parte da Reserva da Biosfera do Cinturão Verde da Cidade de São Paulo.

fonte:http://www.ecoturismobrasil.com.br/serra_da_cantareira.htm
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sábado, 21 de novembro de 2009
MOSTEIRO DE SÃO BENTO
GNU Free Documentation License
As missas do Mosteiro de São Bento são famosas pelo canto gregoriano entoado pelos monges da Ordem São Bento (OSB). O mosteiro foi fundado em julho de 1598, por Simão Luis, paulista de São Vicente, discípulo do Padre José de Anchieta e monge beneditino ordenado com o nome de Frei Mauro Teixeira.
A autorização que o frei recebeu para erguer o mosteiro foi dada pela Câmara da Vila de São Paulo e determinava que a obra fosse erguida no terreno que abrangia do Vale do Anhangabaú à rua 25 de Março, ou seja, entre os rios Anhangabaú e Tamanduateí, local da antiga taba do cacique Tibiriçá.
A primeira igreja ficou pronta em 1600. Cinqüenta anos depois, o bandeirante Fernão Dias Paes Leme financiou a reforma que transformou o projeto inicial em um mais imponente. A atual construção teve início em 1910, segundo o projeto do arquiteto Richard Bernl, de Munique, Alemanha. Em agosto de 1922, o cardeal inglês D. Aidano Gasquet celebrou a cerimônia de consagração da então nova igreja.
No interior da igreja, sepultura do bandeirante Fernão Dias
Curiosidades:
A Ordem de São Bento foi fundada na Itália por São Bento de Núrsia (480-547). Algumas páginas de seu diário estão guardadas no mosteiro situado em São Paulo.
Os primeiros beneditinos vieram de Portugal em 1581 e se instalaram em Salvador (BA).
O bandeirante Fernão Dias, que patrocinou a reforma do mosteiro em 1650, e sua esposa, Dona Maria Graça Betim, estão sepultados na nave principal do templo.
A construção atual é inspirada na tradição eclética germânica e foi projetada pelo arquiteto Richard Bernd. Foi erguida no período de 1910 a 1922.
A decoração interna, afrescos e murais são de autoria e execução do monge beneditino de origem holandesa, D. Adelbert Gresnicht, que veio ao Brasil por volta de 1913 especialmente para esse trabalho. Era seguidor da tradicional Escola de Arte de Beuron, de Praga (capital da República Tcheca).
O atual relógio da torre foi fabricado por uma empresa alemã e instalado em 1921. Diz-se que só parou no dia 8 de janeiro de 1980, coincidentemente data do falecimento de Julio Muller, o único relojoeiro que sabia lidar com ele até 1975.
O órgao do mosteiro contém quatro teclados manuais e pedaleira, setenta e sete registros reais e seis mil tubos. É considerado um dos principais órgãos de grande porte do Brasil.
O mosteiro freqüentemente realiza eventos ligados a assuntos como filosofia e arte, como O Festival São Bento de Órgão, a Semana de Filosofia e a Reunião para o Diálogo Inter-Religioso.
Serviço:
Mosteiro de São Bento
Horário (para visitas):
de segunda a sexta-feira, das 6h às 18h;
exceto quintas, das 14h às 18h;
sábados e domingos, das 6h às 12h e
das 16h às 18h
Horário de atendimento da sacristia:
de segunda a sexta-feira, das 14h às
17h15, sábado, das 7h às 12h
Missas: segundas a sextas, às 7h;
Sábados, às 6h; domingos, às 10h
Largo São Bento, s/nº, Centro
Tel. 228-3633
Entrada franca
Metrô São Bento
Site: http://www.mosteiro.org.br/
FONTE:
Site: http://sampacentro.terra.com.br/
As missas do Mosteiro de São Bento são famosas pelo canto gregoriano entoado pelos monges da Ordem São Bento (OSB). O mosteiro foi fundado em julho de 1598, por Simão Luis, paulista de São Vicente, discípulo do Padre José de Anchieta e monge beneditino ordenado com o nome de Frei Mauro Teixeira.
A autorização que o frei recebeu para erguer o mosteiro foi dada pela Câmara da Vila de São Paulo e determinava que a obra fosse erguida no terreno que abrangia do Vale do Anhangabaú à rua 25 de Março, ou seja, entre os rios Anhangabaú e Tamanduateí, local da antiga taba do cacique Tibiriçá.
A primeira igreja ficou pronta em 1600. Cinqüenta anos depois, o bandeirante Fernão Dias Paes Leme financiou a reforma que transformou o projeto inicial em um mais imponente. A atual construção teve início em 1910, segundo o projeto do arquiteto Richard Bernl, de Munique, Alemanha. Em agosto de 1922, o cardeal inglês D. Aidano Gasquet celebrou a cerimônia de consagração da então nova igreja.
No interior da igreja, sepultura do bandeirante Fernão Dias
Curiosidades:
A Ordem de São Bento foi fundada na Itália por São Bento de Núrsia (480-547). Algumas páginas de seu diário estão guardadas no mosteiro situado em São Paulo.
Os primeiros beneditinos vieram de Portugal em 1581 e se instalaram em Salvador (BA).
O bandeirante Fernão Dias, que patrocinou a reforma do mosteiro em 1650, e sua esposa, Dona Maria Graça Betim, estão sepultados na nave principal do templo.
A construção atual é inspirada na tradição eclética germânica e foi projetada pelo arquiteto Richard Bernd. Foi erguida no período de 1910 a 1922.
A decoração interna, afrescos e murais são de autoria e execução do monge beneditino de origem holandesa, D. Adelbert Gresnicht, que veio ao Brasil por volta de 1913 especialmente para esse trabalho. Era seguidor da tradicional Escola de Arte de Beuron, de Praga (capital da República Tcheca).
O atual relógio da torre foi fabricado por uma empresa alemã e instalado em 1921. Diz-se que só parou no dia 8 de janeiro de 1980, coincidentemente data do falecimento de Julio Muller, o único relojoeiro que sabia lidar com ele até 1975.
O órgao do mosteiro contém quatro teclados manuais e pedaleira, setenta e sete registros reais e seis mil tubos. É considerado um dos principais órgãos de grande porte do Brasil.
O mosteiro freqüentemente realiza eventos ligados a assuntos como filosofia e arte, como O Festival São Bento de Órgão, a Semana de Filosofia e a Reunião para o Diálogo Inter-Religioso.
Serviço:
Mosteiro de São Bento
Horário (para visitas):
de segunda a sexta-feira, das 6h às 18h;
exceto quintas, das 14h às 18h;
sábados e domingos, das 6h às 12h e
das 16h às 18h
Horário de atendimento da sacristia:
de segunda a sexta-feira, das 14h às
17h15, sábado, das 7h às 12h
Missas: segundas a sextas, às 7h;
Sábados, às 6h; domingos, às 10h
Largo São Bento, s/nº, Centro
Tel. 228-3633
Entrada franca
Metrô São Bento
Site: http://www.mosteiro.org.br/
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Site: http://sampacentro.terra.com.br/
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quarta-feira, 18 de novembro de 2009
NATAL ILUMINADO EM SÃO PAULO
"A partir do próximo dia 05 de dezembro, as noites paulistanas serão cobertas de magia e encantamento. A cidade toda terá atrações grandiosas. Pontos como a Av. Paulista ganharão, além da iluminação, cenografia para que a decoração possa ser apreciada tanto de dia como de noite. O projeto trará o clima do centro antigo para a moderna avenida, ocupando os postes do canteiro central com faixas, guirlandas, iluminação especial, festão em espiral e duendes. O Parque da Luz e o Parque do Povo também receberão atenção especial e se transformarão em um grande palco para atrações de natal.
São Paulo ganhará duas grandes árvores: a tradicional, montada no Parque do Ibirapuera, com 75 metros de altura; e uma outra, em local inusitado, no meio da Represa de Guarapiranga, com 65 metros."
Haverá também uma grande programação com roteiros natalinos de 3 horas de duração a preços populares, fogos de artifícios, shows musicais de Maria Rita e Pe. Marcelo Rossi, Parada de Momentos Mágicos Disney, Festa da Luz no Museu do Ipiranga e muitos outros.
Confira o que acontecerá no Natal Iluminado de São Paulo 2009.
FONTE: Leia o texto completo no link abaixo da SPturis.
http://imprensa.spturis.com/imprensa/releases/pdf/Release_Natal%20Iluminado2009_Prefeitura_SPTuris.pdf
terça-feira, 17 de novembro de 2009
OLÁ TURISTA!
"Primeiro jogo da Copa de 2014”
“Esse é o primeiro jogo de uma copa que iremos realizar daqui a alguns anos. O programa estimula a relação com as entidades que trabalham na ponta e sabem das necessidades do setor”, disse o ministro Barretto. “O curso é uma ferramenta para fidelizar ainda mais o turista que vem ao Brasil”, reforçou.
Recepcionistas, telefonistas, garçons, balconistas, taxistas, atendentes, artesãos e outros profissionais do Rio de Janeiro (Paraty, Búzios, Angra dos Reis, Petrópolis e Rio de Janeiro); Bahia (Salvador, Maraú, Porto Seguro, Mata de São João e Lençóis); Amazonas (Manaus, Barcelos e Parintins), Fortaleza, Recife e São Paulo já podem solicitar – por meio de suas associações, cooperativas ou sindicatos – uma das 80 mil vagas disponíveis para o programa. As entidades poderão pleitear vagas para seus associados até o dia 31 de dezembro pelo site www.olaturista.org.br. As aulas começam em janeiro de 2010.
Para o presidente da Fundação Roberto Marinho, José Roberto Marinho, “já temos uma recepção diferenciada como um povo acolhedor. Imagine falando a mesma língua da maior parte dos turistas? Essa iniciativa será importante para o Brasil e se transformará num processo contínuo ao inspirar novos parceiros”.
O curso é composto pelos módulos básico, profissional e regional. Os alunos que cumprirem os módulos obrigatórios - que poderão ser concluídos no período de um ano - receberão um certificado. Trata-se da primeira ação concreta do MTur para a capacitação profissional motivada pela Copa do Mundo de 2014. Até 2014, serão investidos R$ 440 milhões para capacitação de 306 profissionais de diferentes áreas do turismo como alimentação fora do lar, hotelaria, receptivo turístico.
Segundo o presidente da CVC, Guilherme Paulus, “o Olá, Turista! é o caminho certo para deixar um legado ao país e ao turismo brasileiro, principalmente no que tange à educação básica destes trabalhadores”.
O Olá, Turista! prevê também a parceria com telecentros locais para facilitar aos participantes o acesso à internet. No site do programa, esses parceiros ficarão mapeados como colaboradores e terão a logomarca da empresa visível no portal. Nos telecentros parceiros, chamados Salas de Conexão, os alunos que desejarem terão ainda suporte técnico de monitores para acessar a escola virtual.
“O turismo pegará carona no bom momento que o país vive”, disse o ministro Barretto. Ele ressaltou ainda o aumento de 83% de brasileiros que viajaram nos últimos dois anos (citando a pesquisa de hábitos de consumo do turismo brasileiro). “Isso é resultado da nova classe média que entrou no mercado de consumo”. Lembrando a pesquisa, ainda, o ministro Barretto reforçou que “o povo brasileiro é o principal atrativo para o turista estrangeiro”.
Estavam presentes também o presidente da São Paulo Turismo (SP TURIS), Caio Carvalho, e o secretário estadual de Esporte, Lazer e Turismo de São Paulo, Claury Alves da Silva.
Fonte: ASCOM MTur.
Evento marca o lançamento do programa Olá, Turista! em São Paulo
Quem trabalha no setor do turismo e tem dificuldade para falar com os turistas estrangeiros poderá fazer um curso de idiomas totalmente gratuito sem sair de casa. Esse é o propósito do Programa Olá, Turista!, uma série de cursos gratuitos (a distância) de inglês e espanhol para profissionais do turismo tendo em vista a preparação das cidades-sede para a Copa do Mundo de 2014. O programa foi lançado nesta sexta-feira (13), em São Paulo (SP), pelo ministro do Turismo, Luiz Barretto. O Olá, Turista! é uma parceria entre o Ministério do Turismo (MTur) e a Fundação Roberto Marinho.“Esse é o primeiro jogo de uma copa que iremos realizar daqui a alguns anos. O programa estimula a relação com as entidades que trabalham na ponta e sabem das necessidades do setor”, disse o ministro Barretto. “O curso é uma ferramenta para fidelizar ainda mais o turista que vem ao Brasil”, reforçou.
Recepcionistas, telefonistas, garçons, balconistas, taxistas, atendentes, artesãos e outros profissionais do Rio de Janeiro (Paraty, Búzios, Angra dos Reis, Petrópolis e Rio de Janeiro); Bahia (Salvador, Maraú, Porto Seguro, Mata de São João e Lençóis); Amazonas (Manaus, Barcelos e Parintins), Fortaleza, Recife e São Paulo já podem solicitar – por meio de suas associações, cooperativas ou sindicatos – uma das 80 mil vagas disponíveis para o programa. As entidades poderão pleitear vagas para seus associados até o dia 31 de dezembro pelo site www.olaturista.org.br. As aulas começam em janeiro de 2010.
Para o presidente da Fundação Roberto Marinho, José Roberto Marinho, “já temos uma recepção diferenciada como um povo acolhedor. Imagine falando a mesma língua da maior parte dos turistas? Essa iniciativa será importante para o Brasil e se transformará num processo contínuo ao inspirar novos parceiros”.
O curso é composto pelos módulos básico, profissional e regional. Os alunos que cumprirem os módulos obrigatórios - que poderão ser concluídos no período de um ano - receberão um certificado. Trata-se da primeira ação concreta do MTur para a capacitação profissional motivada pela Copa do Mundo de 2014. Até 2014, serão investidos R$ 440 milhões para capacitação de 306 profissionais de diferentes áreas do turismo como alimentação fora do lar, hotelaria, receptivo turístico.
Segundo o presidente da CVC, Guilherme Paulus, “o Olá, Turista! é o caminho certo para deixar um legado ao país e ao turismo brasileiro, principalmente no que tange à educação básica destes trabalhadores”.
O Olá, Turista! prevê também a parceria com telecentros locais para facilitar aos participantes o acesso à internet. No site do programa, esses parceiros ficarão mapeados como colaboradores e terão a logomarca da empresa visível no portal. Nos telecentros parceiros, chamados Salas de Conexão, os alunos que desejarem terão ainda suporte técnico de monitores para acessar a escola virtual.
“O turismo pegará carona no bom momento que o país vive”, disse o ministro Barretto. Ele ressaltou ainda o aumento de 83% de brasileiros que viajaram nos últimos dois anos (citando a pesquisa de hábitos de consumo do turismo brasileiro). “Isso é resultado da nova classe média que entrou no mercado de consumo”. Lembrando a pesquisa, ainda, o ministro Barretto reforçou que “o povo brasileiro é o principal atrativo para o turista estrangeiro”.
Estavam presentes também o presidente da São Paulo Turismo (SP TURIS), Caio Carvalho, e o secretário estadual de Esporte, Lazer e Turismo de São Paulo, Claury Alves da Silva.
Fonte: ASCOM MTur.
sábado, 14 de novembro de 2009
A CASA DAS ROSAS-VALE A PENA CONHECER!
GNU Free Documentation License
São Paulo é uma cidade que tem sempre coisas boas e interessantes para nos oferecer quando queremos passear.
Um excelente lugar para conhecer é a Casa das Rosas.
"A Casa das Rosas- Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura é um Centro Cultural localizado na Avenida Paulista 37, em um dos últimos casarões da avenida mais movimentada do país. A atmosfera onírica da antiga construção e seu jardim, em contraste com a moderna estrutura urbana, traduz o que a Casa das Rosas representa: um refúgio onde toda a expressão poética encontra seu espaço. Um território onde a liberdade artística se materializa, por meio de saraus, recitais, lançamentos de livros, peças de teatro, exposições e qualquer outro formato que privilegie a difusão da poesia e da arte em geral.
A poesia encontra na Casa das Rosas um espaço completamente democrático, onde se pretende desfazer preconceitos e qualquer paradigma negativo sobre a arte poética. É também o primeiro espaço público do país destinado à poesia, sendo batizado como Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura, em homenagem ao poeta paulistano, falecido em 2003.
ARQUITETURA
Projetada pelo arquiteto Ramos de Azevedo, em 1928, a casa mistura métodos construtivos de diferentes épocas, o chamado “estilo eclético”, com influência também da Art Déco. Construída numa área de 5.500 metros quadrados, a casa possui 30 cômodos no estilo arquitetônico francês. A Casa das Rosas agrega elementos da Renascença e do estilo Luis XV, que retomou os padrões e o rigor da arquitetura greco-romana, o que se convencionou chamar de neoclassicismo. O interior da Casa é ainda mais eclético, pois combina elementos decorativos ingleses, principalmente nas aplicações de gesso nos estilos Adam, Hepplewhite, Shareton e Chippendale em seus 30 cômodos, claramente divididos em área social, íntima e de serviço. A Casa das Rosas foi declarada patrimônio público pelo Condenphaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo), sendo tombada em 1985.
Francisco de Paula Ramos de Azevedo (São Paulo, SP- 1851-1929) foi o mais importante arquiteto do período áureo da economia cafeeira em São Paulo. Suas dezenas de projetos de edifícios públicos e residências contribuíram para redefinir a cidade como metrópole de vocação cosmopolita. A Casa das Rosas foi projetada e construída por seu escritório entre 1928 e 1935 para sua filha Lúcia Ramos de Azevedo, que residiu na casa com o marido, o engenheiro Ernesto Dias de Castro."
Casa das Rosas
Espaço Haroldo de Campos
de Poesia e Literatura
Av. Paulista, 37 - Bela Vista
CEP.: 01311-902 - São Paulo - Brasil
(11) 3285.6986 / 3288.9447
contato.cr@poiesis.org.br
FONTE:
http://www.casadasrosas-sp.org.br/
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Paulista,
Ramos de Azevedo
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
terça-feira, 10 de novembro de 2009
VILA MADALENA E SUA HISTÓRIA
Bairros de São Paulo
A Vila Madalena é um bairro situado no distrito do Pinheiros, na região oeste do município.
A Vila Madalena nasceu com o nome de Vila dos Farrapos. Era uma parte de Pinheiros, uma extensa região que se espraiava, nos inícios da ocupação de São Paulo, desde a várzea do Rio Pinheiros até o espigão da Paulista.
No século XVI, a Vila dos Farrapos era habitada por indígenas que haviam abandonado a parte central da cidade depois da instalação dos jesuítas e do colégio, em 1554. Na região de Pinheiros formara-se, então, um aldeamento, onde os missionários jesuítas ministravam a catequese, faziam batizados e missas e ensinavam os hábitos do trabalho aos índios. Na aldeia foi erigida uma capela, cuja padroeira era Nossa Senhora da Conceição.
Alguns antigos moradores da Vila Madalena contam que o proprietário das terras era um português. Ele tinha três filhas: Ida, Beatriz e Madalena, que deram origem aos nomes dos atuais bairros da Vila Beatriz, Vila Ida e Vila Madalena. Entretanto, a história faz parte da memória oral dos habitantes da Vila.
Na primeira década de nosso século, a cidade de São Paulo ia se ampliando para além do antigo triângulo histórico, e diversos de seus protagonistas, que moravam longe do centro, já necessitavam de transporte. Em 1910, iniciou-se a construção de uma linha e uma estação de bondes na região da Vila Madalena.
Durante os anos 70, a Vila Madalena reunia moradores tradicionais, que possuiam casas simples com grandes terrenos (com criação de patos, galinhas etc.) e vários artistas e intelectuais, muitos estudantes alugavam essas casas grandes e faziam uma espécie de república por causa da proximidade à Universidade de São Paulo (USP).
Hoje o bairro é bastante conhecido por ser um reduto boêmio da cidade, há grande concentração de bares e casas noturnas, além da escola de samba Pérola Negra. Abriga uma concentração ímpar de ateliês e centros de exposições artísticas, lojas de vanguarda e escolas de música e teatro também fazem a cara do lugar. A associação de moradores organiza feiras para mostrar os talentos artísticos do bairro e um festival anual - a famosa "Feira da Vila"ocorre anualmente no mês de agosto e atrai gente de toda a cidade, com shows e barracas de artesanato. Uma vez por mês, as lojas e ateliês fazem um fim-de-semana com todos os produtos na calçada e uma van que leva gratuitamente os visitantes para conhecer os pontos mais interessante do bairro. O nome do bairro também serviu de título a uma novela da Rede Globo,na década de 1990.
Uma das características mais pitorescas do bairro é o nome de suas ruas. São nomes líricos como: Paulistânia, Harmonia, Girassol, Purpurina, Wizard e Original. Isso permite que o bairro tenha esquinas sugestivas como a "Harmonia com Purpurina". Segundo historiadores, as ruas foram batizadas por sugestão de estudantes, participantes do movimento anarquista. A adoção de nomes poéticos tinha a intenção de quebrar a tradição urbana de homenagear autoridades públicas.
A Vila Madalena é um bairro situado no distrito do Pinheiros, na região oeste do município.
A Vila Madalena nasceu com o nome de Vila dos Farrapos. Era uma parte de Pinheiros, uma extensa região que se espraiava, nos inícios da ocupação de São Paulo, desde a várzea do Rio Pinheiros até o espigão da Paulista.
No século XVI, a Vila dos Farrapos era habitada por indígenas que haviam abandonado a parte central da cidade depois da instalação dos jesuítas e do colégio, em 1554. Na região de Pinheiros formara-se, então, um aldeamento, onde os missionários jesuítas ministravam a catequese, faziam batizados e missas e ensinavam os hábitos do trabalho aos índios. Na aldeia foi erigida uma capela, cuja padroeira era Nossa Senhora da Conceição.
Alguns antigos moradores da Vila Madalena contam que o proprietário das terras era um português. Ele tinha três filhas: Ida, Beatriz e Madalena, que deram origem aos nomes dos atuais bairros da Vila Beatriz, Vila Ida e Vila Madalena. Entretanto, a história faz parte da memória oral dos habitantes da Vila.
Na primeira década de nosso século, a cidade de São Paulo ia se ampliando para além do antigo triângulo histórico, e diversos de seus protagonistas, que moravam longe do centro, já necessitavam de transporte. Em 1910, iniciou-se a construção de uma linha e uma estação de bondes na região da Vila Madalena.
Durante os anos 70, a Vila Madalena reunia moradores tradicionais, que possuiam casas simples com grandes terrenos (com criação de patos, galinhas etc.) e vários artistas e intelectuais, muitos estudantes alugavam essas casas grandes e faziam uma espécie de república por causa da proximidade à Universidade de São Paulo (USP).
Hoje o bairro é bastante conhecido por ser um reduto boêmio da cidade, há grande concentração de bares e casas noturnas, além da escola de samba Pérola Negra. Abriga uma concentração ímpar de ateliês e centros de exposições artísticas, lojas de vanguarda e escolas de música e teatro também fazem a cara do lugar. A associação de moradores organiza feiras para mostrar os talentos artísticos do bairro e um festival anual - a famosa "Feira da Vila"ocorre anualmente no mês de agosto e atrai gente de toda a cidade, com shows e barracas de artesanato. Uma vez por mês, as lojas e ateliês fazem um fim-de-semana com todos os produtos na calçada e uma van que leva gratuitamente os visitantes para conhecer os pontos mais interessante do bairro. O nome do bairro também serviu de título a uma novela da Rede Globo,na década de 1990.
Uma das características mais pitorescas do bairro é o nome de suas ruas. São nomes líricos como: Paulistânia, Harmonia, Girassol, Purpurina, Wizard e Original. Isso permite que o bairro tenha esquinas sugestivas como a "Harmonia com Purpurina". Segundo historiadores, as ruas foram batizadas por sugestão de estudantes, participantes do movimento anarquista. A adoção de nomes poéticos tinha a intenção de quebrar a tradição urbana de homenagear autoridades públicas.
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
O PEQUENO PRÍNCIPE NA OCA
Começa no próximo dia 22 a exposição O Pequeno Príncipe na Oca, no Parque do Ibirapuera. O evento realizado em comemoração ao Ano da França no Brasil teve sua organização feita pelo sobrinho do escritor Antoine de Saint-Exupéry, François d'Agay e cenário assinado por Daniela Thomas e Felipe Tassara.
A grande mostra reúne em um cenário fantástico com desenhos inéditos, filmes, livros, manuscritos e fotografias. Toda ambientação foi criada para transportar o público ao mundo do pequeno personagem, considerado, por seu carisma e suas mensagens, um dos mais célebres e influentes da literatura infantil e adulta. A exposição também homenageia o autor da obra, Saint-Exupéry, com uma pequena reprodução de Paris, sua cidade natal.
São 10 mil metros quadrados com 15 cenários dispostos de forma a levar o visitante a percorrer os capítulos do livro. No fim do passeio as crianças podem deixar mensagens escritas em uma estrela, que será “plantada” nos galhos de uma árvore cenográfica. As mensagens serão levadas ao programa “Passaporte do Cidadão Global”, idealizado pela Associação Arte Sem Fronteiras.
Autor: Cristine Bartchewsky
FONTE: http://www.cidadedesaopaulo.com/
Exposição Pequeno Príncipe na Oca
Parque do Ibirapuera
Avenida Pedro Álvares Cabral, s/n° – Portão 3 – Pavilhão Lucas Nogueira Garcez
De 22 de outubro a 20 de dezembro
De terças a sexta, das 9h às 19h, sábado, domingo e feriados, das 10h às 20h
Tel.: (11) 4003-2245
R$ 9 a R$ 18
A grande mostra reúne em um cenário fantástico com desenhos inéditos, filmes, livros, manuscritos e fotografias. Toda ambientação foi criada para transportar o público ao mundo do pequeno personagem, considerado, por seu carisma e suas mensagens, um dos mais célebres e influentes da literatura infantil e adulta. A exposição também homenageia o autor da obra, Saint-Exupéry, com uma pequena reprodução de Paris, sua cidade natal.
São 10 mil metros quadrados com 15 cenários dispostos de forma a levar o visitante a percorrer os capítulos do livro. No fim do passeio as crianças podem deixar mensagens escritas em uma estrela, que será “plantada” nos galhos de uma árvore cenográfica. As mensagens serão levadas ao programa “Passaporte do Cidadão Global”, idealizado pela Associação Arte Sem Fronteiras.
Autor: Cristine Bartchewsky
FONTE: http://www.cidadedesaopaulo.com/
Exposição Pequeno Príncipe na Oca
Parque do Ibirapuera
Avenida Pedro Álvares Cabral, s/n° – Portão 3 – Pavilhão Lucas Nogueira Garcez
De 22 de outubro a 20 de dezembro
De terças a sexta, das 9h às 19h, sábado, domingo e feriados, das 10h às 20h
Tel.: (11) 4003-2245
R$ 9 a R$ 18
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
DIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA
Dia 20 de novembro, o dia da Consciência Negra, é uma forma de discutir o assunto da igualdade racial.
Foi em janeiro de 2003, que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, assinou a Lei 10.639, incluindo o dia no calendário escolar. O movimento negro, no entanto, já vinha adotando essa data desde os anos 70. E hoje, é a data nacional para promover fóruns, debates e programações culturais sobre o tema.
Antes, a questão da igualdade racial era discutida no dia 13 de maio, data do aniversário da assinatura da Lei Áurea pela então princesa Isabel que libertou os escravos em 1888. Vale a pena lembrar que o Brasil foi um dos últimos países no mundo a abolir a escravidão. Já o dia 20 de novembro relembra a morte de Zumbi dos Palmares, que aconteceu muito antes, em 1695. Para o movimento negro e historiadores do assunto, o assassinato é muito mais emblemático que uma lei adotada quando o regime escravocrata já estava falido.
Zumbi foi um dos principais líderes do Quilombo do Palmares, em Alagoas, uma das áreas usadas pelos escravos quando fugiam do domínio dos senhores de engenho.
As primeiras referências à Palmares são de 1580, na região da Serra da Barriga, onde hoje fica a divisa entre Alagoas e Pernambuco. Há estimativas de que o quilombo durou mais de 100 anos.
O líder do Quilombo dos Palmares no final do século 15 era Ganga Zumba, tio de Zumbi. Em 1678, o governador da Capitania de Pernambuco ofereceu um acordo de paz a Ganga Zumba, que aceitou, mas nem todos concordaram. Aconteceu, então, uma rebelião, liderada por Zumbi, que governou o grupo por 15 anos. Foram necessárias 18 expedições do governo português, liderados por bandeirantes, para erradicar Palmares. Zumbi adotou uma estratégia de defesa baseada em táticas de guerrilha. Finalmente, os bandeirantes descobriram, através de um delator, o esconderijo de Zumbi. Em 20 de novembro de 1695, eles mataram Zumbi em uma emboscada. Sem outra liderança, Palmares sobreviveu até 1710, quando se desfez.
Hoje os quilombadas, nome dado atualmente aos descendentes dos moradores dos antigos quilombolos, são reconhecidos e suas áreas são demarcadas. Assim, ajudam manter a tradição e a cultura negra.
FONTE: Editores HowStuffWorks Brasil
Foi em janeiro de 2003, que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, assinou a Lei 10.639, incluindo o dia no calendário escolar. O movimento negro, no entanto, já vinha adotando essa data desde os anos 70. E hoje, é a data nacional para promover fóruns, debates e programações culturais sobre o tema.
Antes, a questão da igualdade racial era discutida no dia 13 de maio, data do aniversário da assinatura da Lei Áurea pela então princesa Isabel que libertou os escravos em 1888. Vale a pena lembrar que o Brasil foi um dos últimos países no mundo a abolir a escravidão. Já o dia 20 de novembro relembra a morte de Zumbi dos Palmares, que aconteceu muito antes, em 1695. Para o movimento negro e historiadores do assunto, o assassinato é muito mais emblemático que uma lei adotada quando o regime escravocrata já estava falido.
Zumbi foi um dos principais líderes do Quilombo do Palmares, em Alagoas, uma das áreas usadas pelos escravos quando fugiam do domínio dos senhores de engenho.
As primeiras referências à Palmares são de 1580, na região da Serra da Barriga, onde hoje fica a divisa entre Alagoas e Pernambuco. Há estimativas de que o quilombo durou mais de 100 anos.
O líder do Quilombo dos Palmares no final do século 15 era Ganga Zumba, tio de Zumbi. Em 1678, o governador da Capitania de Pernambuco ofereceu um acordo de paz a Ganga Zumba, que aceitou, mas nem todos concordaram. Aconteceu, então, uma rebelião, liderada por Zumbi, que governou o grupo por 15 anos. Foram necessárias 18 expedições do governo português, liderados por bandeirantes, para erradicar Palmares. Zumbi adotou uma estratégia de defesa baseada em táticas de guerrilha. Finalmente, os bandeirantes descobriram, através de um delator, o esconderijo de Zumbi. Em 20 de novembro de 1695, eles mataram Zumbi em uma emboscada. Sem outra liderança, Palmares sobreviveu até 1710, quando se desfez.
Hoje os quilombadas, nome dado atualmente aos descendentes dos moradores dos antigos quilombolos, são reconhecidos e suas áreas são demarcadas. Assim, ajudam manter a tradição e a cultura negra.
FONTE: Editores HowStuffWorks Brasil
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